terça-feira, 19 de abril de 2016

A história do dia

Aprendi que o melhor é não substimar uma cabeçada no nariz.
O início: numa brincadeira como tantas outras a minha filha, sem querer diga-se, dá-me uma cabeçada no nariz.
Nariz estala. Dói,  muito.
Mas não fica inchado e não há sangue, sim quando há sangue parece tudo mais sério.
Passa uma semana e a dor aumenta. Sem grande vontade vou à urgência,  detesto hospitais.
Resultado: nariz fracturado. Nada a fazer.
Aguenta e não chora.
Fim.

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